terça-feira

Conheça o Tupy

HISTÓRICO – COL. EST. ANTONIO TUPY PINHEIRO



1958/ (04/02/1958) – Funcionamento Grupo “Tupy Pinheiro”. Funcionou no Ginásio Estadual Manoel Ribas até 1965.

1962 – Criação do Grupo Escolar Tupy Pinheiro, pelo Decreto n. 7457 de 29/03/1962, o qual formava a IV Unidade do Complexo “Tupy Pinheiro” pertencente ao Complexo Escolar de Guarapuava Ensino de 1. e 2. Graus.

1966 – O Grupo Escolar Tupy Pinheiro passou a funcionar no prédio cedido pela Escola de Aplicação Visconde de Guarapuava até o mês de junho, quando passou para sua sede própria na Avenida Moacyr Julio Silvrestri, 1324.

1969 – Criação do Ginásio Estadual Noturno de Guarapuava, pelo Decreto Lei n. 17.781, artigo 1.

1975 – As instituições Grupo Escolar Antonio Tupy Pinheiro e Ginásio Noturno de Guarapuava, através do Decreto 1.385 de 23/12/75, passaram a constituir-se em um único estabelecimento, com a denominação de Escola Antonio Tupy Pinheiro Ensino de 1. Grau.

1981 – Reconhecimento da Escola Antonio Tupy Pinheiro Ensino de 1. Grau mantida pelo Governo do Estado do Paraná, através do Decreto n. 3037 de 09/10/80, artigo 80 da Deliberação n. 030/80.

1988 – Implantado o Ensino de Ciclo Básico de Alfabetização Continuam 02 anos pelo Decreto 2545/88, resolução n. 744/88.

1989 – Autorização de funcionamento do curso de 1. Grau Supletivo pelo Decreto n. 4631/89 de 10/01/89, deliberação 030/80 de CEE e parecer Técnico n. 002/89, do Departamento de Ensino Supletivo. O estabelecimento passou a denominar-se Escola Estadual Antonio Tupy Pinheiro Ensino de 1. Grau Regular e Supletivo.

1991 – Reconhecimento do curso de 1. Grau Supletivo, resolução n. 62/90 de 11/01/90, deliberação 030/80 e do parecer Técnico n. 033/91, do Departamento de Ensino Supletivo.

1996 – Resolução n. 4601/96 cessou de 1. a 4. Série da Escola Estadual Antonio Tupy Pinheiro Ensino de 1. Grau Regular, municipalizando a oferta de 1. a 4. Série, denominando-a de Escola Municipal Professora Lea Feller Piotto Ensino de 1. Grau.

1999 – A Escola Estadual Antonio Tupy Pinheiro Ensino Fundamental passou a denominar-se “Colégio Estadual Antonio Tupy Pinheiro Ensino Fundamental e Médio”, conforme resolução Secretarial n. 861/99 D. O. E. de 12/03/99, com o funcionamento do Ensino Média – EJA.

2002 – O colégio tornou-se escola inclusiva, aderindo à proposta Pró-Ativa. Atualmente atende alunos portadores de deficiência auditiva.

2003 – Resolução n. 3826/03, de 31/01/03, autorizou funcionamento do Ensino Médio Regular, com implantação gradativa a partir do início do ano letivo de 2004.

Atualmente contamos com 55 professores, 24 funcionários e 1200 alunos.

Professores / Funcionários
ADELIR CORREIA P. STANDLER
ADENILSON FERREIRA
ADIR DO AMARAL MENDES
AGNALDO LIMA
ALCINÉIA TERESINHA GOMES BATISTA
ALESSANDRA A. FLORES
ANA IRIS CAMILOTTI SEMCZECHEN
ANA MARIA BLONSKI AMARO
ANA MARIA PITTNER
ANABEL DO NASCIMENTO ADÃO
ANGELA MARIA LACAVA
ANGELITA KAMINSKI BONAVIGO
APARECIDA DE FÁTIMA
BEATRIZ A. NEVES
BELKIS DA ROCHA SCHULZE
BRUNO SÉRGIO PORTELA
CECÍLIA A. RIBEIRO
CLARICE MARIA A. SCHONE
CLAUDETE MARIA G. DE L. STAVINSKI
CRISTINA LEUTNER
DANIELLE KENDRIK
DEONIZIA HNEDA MUNHOZ
DOUGLAS GODOFREDO
DULI BÁIA
ELIANE CRISTINA WAGNER
ELISABETE MOGALSKI
ERONDINA DE ANDRADE
EUNICE A. SANTONI
EZILDA DE FÁTIMA RIBEIRO
FERNANDO BRIGNONI
IDALIA MARIA SIEJKA
INEIDA T. MALHNAN
IOLANDA BARBOSA ALMEIDA
ISABEL C. M. NOBUKUNI
JACINTA DE FÁTIMA SANTOS
JANAINA JASKIU
JIANE R. N. CWICK
JOÃO CARLOS MARCON
JOSÉ ARNALDO FERREIRA
JOSÉ LINDOMAR MORAIS
JOSÉ ROQUE SCHERER DOS SANTOS
JOSI A. HOLL
JOSIMARCI JACOMEL
JOSELITO S. DA ROCHA
JUSSARA MARIA SPEGEL
LUCIANE SCHEIBE BUHRER
LUCIANO HORTIZ
LUCINDA NEVES
LUIZ CARLOS V. DOS SANTOS
MADALENA V. ZAMPIZA
MARCIO A. O. DA SILVA
MARIA A. P. DE OLIVEIRA
MARIA AUGUSTA
MARIA DA CONCEIÇÃO
MARIA DE FÁTIMA BORGES
MARIA DE FÁTIMA T. MARCON
MARIA FRANCISCA RIBEIRO
MARIA LORET
MARIA NIVAIR RODRIGUES
MARIA ONDINA B. GROS
MARILDA FERNANDES
MARLENE P. GODOFREDO
MARLENE ROLINSKI
MATILDE PODOLAK
NATALIA SZEUCZUK
NELSI T. DE ALMEIDA
NERLI DE MATTOS
OZIRES NEVES BARBOSA
QUILAIR R. DE OLIVEIRA
RITA DE CÁSSIA TRINCAUS
ROSANGELA R. B. RIBEIRO
ROSANGELA MARIA BALHS
ROSELI APARECIDA DELGADO DO ROSÁRIO
SANDRO JOSÉ SILVÉRIO
SANDRO KLEIN
SILMARA A. ANDRADE
SILVIA MARA M. CURY
SIMONE C. LOURES
SONIA MARA HARMUCK
SOLANGE DOS SANTOS
SUZIMARA D. S. MARTINS
TANIA MARA A. LOPES
TEREZA ROMANICHEN
TIRZA WILKE
VALDINEIA APARECIDA TORÁ
VALDOMIRO SEGUNDA
VANESSA TAVARES
VIVIANE BAYER
WILSON CORREIA DE LIMA
ZICLÉIA SELL IKEDA

domingo

Orientando Você

DICAS PARA A SUA REDAÇÃO FICAR NOTA 10!!

SIGA AS INSTRUÇÕES E BOA SORTE!!


1. Utilize o rascunho para depois transcrever o seu texto na folha de redação original, você só receberá uma, por isso capriche.
2. Cuidado com a ortografia, pontuações e acentuações, a letra deve ser nítida, escrita com firmeza e segurança, com ritmo tranqüilo, sem correria.
3. A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas e minúsculas.
4. A estética é muito importante na redação, pois facilita a leitura e a compreensão da estrutura de seus pensamentos e opiniões dentro da sugestão apresentada.
5. Nada de bolinhas nos ‘is’.
6. Nada de borrões, eles anulam a sua redação.
7. Não ultrapasse as margens do papel, para isto existem as faixas de limite na pauta.
8. Não fugir do tema nunca.
9. Não utilize a primeira pessoa do singular – EU
10. Não use expressões do tipo ‘eu acho’, ‘eu penso’ ou ‘quem sabe’.
11. Na dissertação evite períodos muito longos, nem muito curtos.
12. Seja claro, preciso, calmo e esteja preparado para expressar a sua cultura geral e argumentação coerente e concisa sobre o assunto tratado.
13. Não use estrangeirismo, gírias, neologismos ou qualquer palavra que não existe no dicionário brasileiro.

Atualidades

OS DIREITOS DAS EMPREGADAS DOMÉSTICAS

Salário mínimo
Nenhuma empregada doméstica pode ser paga com salário inferior ao salário mínimo legal fixado pelo governo. Quando a empregada trabalha menos do que oito horas por dia ela pode receber o salário mínimo proporcional.

Irredutibilidade de salário
Significa que o salário não pode ser reduzido sob qualquer hipótese. Se a empregada é contratada para receber uma quantia por mês, o/a empregador/a não pode reduzir esse salário pela legislação atual, o/a empregador/a pode descontar do salário: alimentação, habitação, adiantamento de salário. Pela legislação, habitação, adiantamento de salário, bem como tem o dever de descontar o percentual referente ao INSS. A FENATRAB - Federação Nacional dos Trabalhadores Domésticos, no entanto, vem lutando contra o desconto da alimentação e da habitação, considerando que a presença da trabalhadora no local de trabalho é exigência do empregado/a.

13º salário
Em dezembro de cada ano, a empregada tem direito a receber uma gratificação de Natal, conhecida como 13º salário. Essa gratificação corresponde a 1/12 do valor do salário devido no mês de dezembro. por cada mês ou fração igual ou superior a 15 dias trabalhados no período de janeiro a dezembro do ano.

Repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.
Significa que a empregada trabalha de segunda-feira até sábado e não trabalha no domingo, mas recebe o salário mínimo integral, correspondente a 30 dias, como se estivesse trabalhando 30 dias corridos.
A Constituição não assegurou à empregada doméstica o direito de repouso nos dias do feriado, mas tão somente o direito ao repouso semanal, isto é, um dia de descanso por semana de efetivo trabalho.

Férias anuais remuneradas acrescidas de 1/3
A empregada doméstica ainda não tem direito a férias em dobro nem a férias proporcionais, mas o sindicato está a reinvidicar este direito. Após 12 meses de prestação de serviço, tem direito a 30 dias de férias com acréscimo de 1/3.

Licença gestante de 120 dias
Quando a empregada doméstica fica grávida tem o direito de se afastar do trabalho por 120 dias. Durante esse tempo (28 dias antes e 92 dias após o parto), ela recebe um benefício chamado salário maternidade que é pago pelo INSS e não pelo/a empregador/a.

Licença paternidade
É o direito do empregado doméstico quando pai, de faltar ao serviço/trabalho por cinco dias corridos após o nascimento da/o filha/o para o fim de manter contato com sua/seu filha/o e ajudar a mulher nos primeiros dias de vida da criança.

Aviso prévio de 30 dias
O aviso prévio é o dever que tem a empregada e o/a empregador/a de avisar a parte contrária, com antecedência mínima de 30 dias, de que a partir do dia tal não estará mais naquele trabalho. Para a empregada é um dever que gera o direito a 30 dias trabalhando com a redução diária da jornada de trabalho em duas horas ou dispensa de sete dias corridos. O objetivo desta dispensa é dar à empregada a oportunidade de, durante o período de aviso prévio, procurar outra empregada para aquela vaga.

Vale transporte
As empregadas domésticas têm direito, também, ao vale-transporte. Todavia, o vale-transporte não pode ser substituído por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento. Excepcionalmente, no caso de falta ou insuficiência de vale, a empregada será reembolsada pelo/a empregador/a, de todo valor que tinha gasto no deslocamento residência-trabalho e vice-versa.

Carteira de trabalho
A empregada doméstica tem obrigação de ter carteira de trabalho e de entregar a carteira ao/à empregador/a, no momento da contratação, mediante recibo, para que este/a registre na carteira as datas de admissão e de despedida, a função exercida pela empregada, bem como o salário que ficou acertado. O/A empregador/a, por sua vez, tem o dever de devolver tal documento à empregada até 24 horas após a entrega. É com a carteira assinada, é possível provar o vínculo de emprego através de testemunha e de outros documentos.
É tarefa de todos exigirem e garantir os direitos já reconhecidos e lutar, junto ao sindicato ou associação, para que outros direitos sejam incorporados e, afinal, todos possam ser iguais enquanto trabalhadores. Conquistar a igualdade da trabalhadora doméstica é uma tarefa de todos que desejamos um país sem discriminação, pois estas trabalhadoras prestam um serviço muito importante para a sociedade.
FONTE: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2003/030519_tdireitos.shtml

Música



HIP-HOP e FUNK
São músicas que se ouve por aí. Você sabe onde elas tiveram origem? Que tipo de pessoas gostam de seu ritmo? E você gosta ou não? Que tipo de música você prefere? Contribua conosco deixando um comentário sobre os ritmos musicais que te agradam.

Segundo Celso Medeiros, a cena não é difícil de ser vista nas grandes cidades, principalmente em suas áreas pobres: ao som de raps, grupos de jovens dançam break, pintam muros com suas latas de spray e fazem rimas com batidas ao fundo. Os temas dos grafites - como são chamadas as pinturas – e das músicas – os raps –quase sempre abordam o cotidiano de quem ainda tem pouca idade, é negro e mora em regiões por muitos anos esquecidas pelo poder público. São comuns desenhos sobre a repressão policial e letras sobre como é difícil arrumar um emprego e fácil ser discriminado por sua raça. O relato da violência nas periferias está presente em muitas canções.

Por falar da realidade vivida por um enorme número de pessoas, o hip hop, nome da cultura que engloba todos esses elementos, já se tornou um fenômeno. Vende milhares de discos, mobiliza a juventude, colore o cinza das cidades e produz moda sem esquecer as discussões políticas. O que antes era considerado coisa de marginal por boa parte da sociedade é hoje um dos mais úteis instrumentos de inclusão social, utilizado como ferramenta de diversos projetos e com forte influência na juventude. Tanto que foi reconhecido até pelo governo federal como fator importante das políticas públicas voltadas para essa parcela da sociedade. Mas agora encara o desafio de se manter fiel às raízes para não perder a vocação política devido ao crescimento.

A origem do hip hop está na década de 60, época em que o movimento de luta pelos direitos civis nos EUA se fortaleceu e valorizou a cultura negra. Nessa época começam a surgir os mestres de cerimônia (MCs), que cantam as músicas; os disc-jockeys, cuja função é colocar os discos na vitrola e, às vezes, “misturar” as músicas; os grafiteiros e os dançarinos de break. A dança, aliás, surgiu como protesto contra a guerra do Vietnã, pois imitava os movimentos dos feridos em combate. As coreografias são “quebradas”, daí o nome. O termo “hip hop”, também vem dos movimentos: hip quer dizer quadril e hop, salto.

Poesia, música, dança e artes plásticas, portanto, são os quatro elementos do hip hop.

Por muito tempo o estilo ficou segregado nos guetos negros norte-americanos, mas tornou-se rapidamente um canal de expressão da juventude, por causa das letras dos raps. “Não me empurre, pois estou perto do limite. Estou tentando não perder a cabeça. Às vezes isso é como a selva e me faz imaginar como não afundar”, dizia o norte-americano Grandmaster Flash no refrão de “The Message”. A música foi lançada em 1983 e expressava a situação dos jovens negros nas ruas de Nova Iorque naquela época.

Organizados em gangues, muitos resolviam seus problemas com violência, mas a solução começou a ser alcançada também por meio da dança. Em vez de trocarem socos e tiros, faziam disputas de break durante festas animadas com caixas de som colocadas na rua. Os que levavam jeito para cantar se desafiavam na elaboração de músicas e provocavam-se ao mesmo tempo em que tentavam passar uma mensagem para a platéia. A politização daquele tempo permanece até hoje como princípio dessa cultura.

Foi nessa época que o estilo chegou ao Brasil. O centro de São Paulo era o principal pólo de hip hop do país, cuja imagem para a polícia não era das melhores. Lá foram formadas as primeiras rodas de break, onde jovens de diversas partes da cidade se reuniam para dançar ao ritmo das músicas importadas.

No fim da década de 80 e começo da de 90 surgiram as “posses”, pequenos grupos organizados por causa do hip hop e bastante politizados. O nome de uma das primeiras a ser fundada, em 89, demonstra isso: Sindicato Negro. Sua missão, assim como a das demais, era fazer raps, grafites, dançar, debater política e fazer atividades em favor de suas comunidades. A repressão, no entanto, continuava. Kall, lembra que em 89 um colega seu foi morto por um policial numa estação de metrô por estar cantando rap e não aceitar parar. Hoje, afirma, a situação está bem melhor, apesar de ainda haver preconceito.

Em 91 houve um evento que também é considerado marcante para o rap nacional. O grupo Public Enemy, outro pioneiro do hip hop norte-americano, fez sua primeira apresentação no Brasil, aberta pelos Racionais MCs, hoje o conjunto mais conhecido do país. A mídia deu boa cobertura e passou a prestar atenção nos brasileiros, cujas letras eram conhecidas por grande parte do público.

A partir daí, ONGs e poder público começam a despertar para o fenômeno. Em 1992 o Instituto da Mulher Negra Geledes criou o projeto Rappers, cujo objetivo era conscientizar a juventude sobre as diversas formas de exclusão social e contribuir para a organização política dos jovens da periferia. O projeto, atualmente, está desativado.

A prefeitura de São Paulo, na gestão de 1989 a 92, implementou o programa Belezura, que incentivava a pintura de muros com grafites e apoiava, por meio de outra iniciativa, o “Repensando a Educação”, a utilização dos demais elementos do hip hop como ferramentas de ensino nas escolas municipais.

Atualmente os elementos do hip hop estão difundidos em diversos projetos. Um dos mais bem sucedidos é a Casa do Hip Hop de Diadema, que funciona desde 1999 na cidade da Grande São Paulo, conhecida por suas altas taxas de criminalidade. Cerca de 2.500 adolescentes freqüentam aulas de dança, desenho e discotecagem e muitos, após se formarem, ensinam em novas turmas no próprio programa ou em outros. “Hoje 80% de nossos professores são ex-alunos”, diz Jéferson Costa, coordenador da entidade.

“Nosso principal resultado foi a diminuição da criminalidade no entorno. Tiramos jovens das ruas pregando o ‘quinto elemento’ do hip hop, a conscientização”. Costa lembra que no começo do projeto havia muitas brigas de gangues na área onde está a casa, mas elas foram substituídas por disputas de break e grafite. Como no início do movimento. A idéia deu tão certo que todos os centros culturais de Diadema hoje têm pessoas oriundas da Casa ministrando oficinas de algum dos quatro elementos.

Já o Projeto Quixote, também de São Paulo, dá aulas de grafitagem para adolescentes em situação de risco. Terminado o curso, eles produzem camisetas a partir do grafite e fazem instalações em diversos locais da cidade. Tudo remunerado. Contudo há um problema recorrente em projetos ligados ao hip hop: pais de alunos que não vêem com bons olhos o trabalho dos filhos. “Acham que são vagabundos por ficarem pintando muros, apesar de estarem fazendo arte. Mas isso está mudando”, diz Roberto Madalena, coordenador de Educação para o Trabalho do projeto. “Sempre se sonha com um emprego mais convencional, porém hoje é possível ganhar muito dinheiro com o grafite”, argumenta.